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Toy Story

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Estou pirando em nervos enquanto não assistir Toy Story, ainda mais depois de ouvir tanta coisa positiva sobre o filme.





Pirandinho...

Mimar blogueiros é suficiente para sua marca?

Assessorias de imprensa buscam o relacionamento com blogueiros como forma de ampliar a presença da marca, do produto ou da empresa nas mídias sociais. Mas sem exageros, por favor.

Por Fernanda Fabian
Uma pergunta polêmica que já se tornou alvo de discussões em vários blogs na semana passada surgiu no Focas em AI e no Um passinho à frente. Tomo a liberdade de usar, de forma identificada, algumas de suas palavras para compor este post.

Pois bem, os blogs, em sua origem, eram os chamados diários virtuais. Muitos diziam que o formato não iria vingar, que seria um modismo (assim como falam do Twitter). Muitos outros aprenderam sobre comunicação, interatividade e até mesmo um pouco de linguagem HTML – o que já era uma façanha (citação por experiência desta que vos fala).

O interesse das empresas pelos blogs iniciou a partir da perspectiva de usá-los como uma forma de relacionamento com os clientes, pelos comentários, e, por que não?, divulgação “gratuita”. Sem entrar muito em fatos históricos, foi por esta perspectiva que iniciou o tão falado relacionamento com blogueiros.

Mas, por que hoje em dia existe uma certa vulgarização desta técnica?

Por que o termo vulgarização? Porque relacionamento não é você presentear uma vez um blogueiro, esperar que ele vá postar algo positivo e isso vai se transformar em um buzz rapidamente e salvar sua campanha. Não, em minha opinião, isso não é relacionamento.

Relacionamento, neste caso, é quando você mostra que conhece sobre os gostos da outra pessoa, conversa com ela sobre assuntos que sejam interessantes para ela, e a publicação no blog vai ser uma consequência disso. E principalmente vai existir uma continuidade, não deixar morrer no post o contato.

“Amizade pode até conquistar um ou outro post, tweet ou coisa do tipo, um ou outro, mas nunca vai conseguir sustentar sua agência. Nunca vai fazer uma ação ser um sucesso.” São palavras do Eden Wiedemann, com as quais concordo.

Sim, cada vez mais as pessoas confiam nas palavras de quem escreve e isso pode ser um chamariz na hora de decidir qual produto comprar. O problema é que até mesmo os blogueiros que estão surgindo hoje em dia têm essa visão, essa meta: “vou escrever, mostrar o que uso para ganhar presentes.”

Moda e beleza, por exemplo, é uma das categorias que mais ganha com isso. Já vi muita gente falando: “vou fazer para ganhar um kit de esmalte ou um sapato novo”. Qual era o objetivo inicial do relacionamento com blogs mesmo? Ah sim, o relacionamento.

“Assessorias de imprensa buscam o relacionamento com blogueiros como forma de ampliar a presença da marca, do produto ou da empresa nas mídias sociais.

Assim, a repercussão poderá estimular o comportamento de consumo para além do ambiente virtual e levar à compra do produto ou adesão à marca. Porém, do mesmo jeito pode prejudicar a imagem de uma organização com muito mais rapidez” – do Heitor Botan.

Bingo! Podem ajudar ou prejudicar, é um risco. Se o blogueiro já tem essa visão de escrever para ganhar, será que não perdemos um pouco daquela essência de liberdade de opinião que objetivava os blogs? Será que a menina realmente vai dizer que o esmalte não durou nem uma semana na unha e correr o risco de não ganhar mais nenhum outro? Tenho grandes dúvidas sobre isso.
Mas o que fazer então?

Bom, isso varia muito de marca para marca, como dito, tem que ser analisado o que é interessante para o seu público e como atingi-lo. Se ele entra nesse quesito “gosto de presentes” você tem duas opções: jogue o jogo dele ou seja criativo.

Para finalizar, e puxando um pouco da memória, lembrei dos cases da Nokia Camp e da Nissan realizados ano passado. O primeiro tratava-se de um grande encontro com blogueiros e artistas interessados em tecnologia e visando, claro, mostrar os aparelhos da fabricante.

O segundo era uma ideia bem ousada: alugaram um blogueiro para utilizar o novo automóvel da companhia, que prosseguiu postando suas perspectivas sobre os trajetos. Apesar de algumas críticas, considero os dois casos bem ousados e, por que não?, incomuns! São referências para que possamos ao menos refletir sobre o que pode ser feito, sem medo.

Escrito originalmente para o blog Mídia Boom.

Desistir é ganhar

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Eu ouço tanta gente falando sobre persistência. Desde criança nós aprendemos a nunca desistir dos nossos sonhos, sempre ir além, ter forças pra suportar todas as adversidades... Mas acho que saber desistir é um dom! Nem tudo é pra ser pra sempre, nem tudo é pra sempre.

Aprendi nesses últimos dias que o ato de desistir requer muito mais coragem do que o ato de persistir. Desistir é mostrar força na derrota, é ser racional com o coração, é ser firme. Desisti de uma verdade(já que não posso ser tão explícita assim), que eu me obrigava a RESISTIR que não estava mais dando certo. Valendo salientar assim que entre a palavra persistência e resistência existe um leque de possibilidades e adversidades.

Persista, mas não resista. Seja "cruel" agora, pra não se arrepender depois.

Listening: Bjork- Submarine

Dois mil e dez

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(Meu eu atual)


Novamente, voltando a ativa por nenhum motivo trágico, ou demasiadamente empolgante. Simplesmente pelo fato de querer. Esse blog era um desabafo de uma pessoa que em menos de três anos driblou a morte e atingiu um nível de auto confiança jamais imaginável, por si mesma, claro!

Muita gente sabe, mas quase ninguém entende, e eu estou nesse grupo. Mas hoje, ao retornar á algumas lembraças do passado, me sinto forte, única, porém humana. Aumentar o ego da superioridade é uma faca de dois gumes, por isso, continuo preferindo acreditar que ainda sou capaz de cometer os mesmos erros, assim escolho meus passos e driblo as pedras que possam me ferir.

Hoje tenho um blog de maquiagem, que muito me da "trabalho". Longe disso! Muito me da satisfação e alegria, mas a dedicação também é grande. Uso para conversar com amigas, colegas, e desconhecidas, com o único intuito: ser uma ferramenta de descontração e prazer, um espaço só meu, onde falo o que quero, posto o que quero, sem me preocupar com quem vai olhar, que marca achará ruim, ou dezenas de inutilidades de algumas blogueiras (quase formadas na atividade de boguear não livremente na rede).

Vai entender... Só sei que tenho esse espaço, e ainda não sei o que fazer com ele, talvez seja melhor assim.
Vai dando na telha, vou postando!
 
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